Sempre que alguém faz esse tipo de análise, achando que já decifrou o enigma de um time, a equipe em seguida faz exatamente o oposto. Não que se tenha obrigação de jogar como "manda" o comentarista, mas basta um elogio - ou xingamento - para todo mundo fazer o oposto do que foi feito no jogo anterior; ou mesmo nos jogos anteriores.
Quem acompanha futebol, portanto, vê sempre disso.
Após essa ressalvinha feita para tirar o meu da reta, vou falar sobre a seleção brasileira e dizer algo que nunca imaginei por parte do escrete canarinho: A RAPAZIADA TÁ INDO PRO PAU!
Sim, não estão amarelando. Não se parecem com o selecionado em que jogara Rivelino, aquele que transformou escadaria em tobogã para fugir de safanões. Ao contrário, nossos atletas vão pra cima, peitam, brigam etc.
Não, não, não! Eu ouvi o que você disse aí no fundo e vou ter que interromper o texto! Eu NÃO SOU FAVORÁVEL À VIOLÊNCIA. Falo aqui da postura que um jogador de futebol muitas vezes precisa impor dentro de campo, para que não se transforme num saco de pancadas do adversário.
Este time, sei lá se por influência do Dunga ou por algum tipo de convergência astrofísica, resolveu romper com a idéia da "seleção bunda-mole".
Se alguém aqui duvida de mim, veja o que acontece com quem dá pancada no Mineiro ou no Júlio Baptista. No lance seguinte já ganha o troco, sempre em forma de bordoadas nada sutis.
Vágner Love, o gentleman, não gosta de esperar. Quando alguém dá uma em sua fuça, ele devolve NO MESMO LANCE. Um pugilista? Nada disso: uma mistura de malandro, moleque e valentão.
Não é machismo besta: no futebol, muitas vezes é preciso impor essa coisa toda. Sei que é bobagem, mas uruguaios e argentinos já nos atropelaram várias vezes porque nos faltou tal atributo.
Desta vez, os grandes craques não vieram, mas a "Escola Chulapa" está muito bem representada.
Quem acompanha futebol, portanto, vê sempre disso.
Após essa ressalvinha feita para tirar o meu da reta, vou falar sobre a seleção brasileira e dizer algo que nunca imaginei por parte do escrete canarinho: A RAPAZIADA TÁ INDO PRO PAU!
Sim, não estão amarelando. Não se parecem com o selecionado em que jogara Rivelino, aquele que transformou escadaria em tobogã para fugir de safanões. Ao contrário, nossos atletas vão pra cima, peitam, brigam etc.
Não, não, não! Eu ouvi o que você disse aí no fundo e vou ter que interromper o texto! Eu NÃO SOU FAVORÁVEL À VIOLÊNCIA. Falo aqui da postura que um jogador de futebol muitas vezes precisa impor dentro de campo, para que não se transforme num saco de pancadas do adversário.
Este time, sei lá se por influência do Dunga ou por algum tipo de convergência astrofísica, resolveu romper com a idéia da "seleção bunda-mole".
Se alguém aqui duvida de mim, veja o que acontece com quem dá pancada no Mineiro ou no Júlio Baptista. No lance seguinte já ganha o troco, sempre em forma de bordoadas nada sutis.
Vágner Love, o gentleman, não gosta de esperar. Quando alguém dá uma em sua fuça, ele devolve NO MESMO LANCE. Um pugilista? Nada disso: uma mistura de malandro, moleque e valentão.
Não é machismo besta: no futebol, muitas vezes é preciso impor essa coisa toda. Sei que é bobagem, mas uruguaios e argentinos já nos atropelaram várias vezes porque nos faltou tal atributo.
Desta vez, os grandes craques não vieram, mas a "Escola Chulapa" está muito bem representada.
1 comentários:
Que nada, ontem o Robinho sumiu em campo depois que o Lugano deu uns 'pegas' nele; timeco de bundões.
Adir Tavares
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